Rio de Janeiro

Hello! Pessoal, para a gente o ano ainda não acabou e hoje teremos o prazer de mostrar apenas um pedaço bem simples do Rio de Janeiro. Tivemos a oportunidade de passar uma tarde em Copacabana conhecendo comidas de boteco na companhia do amigo Carlos Valério Junior, que morou no bairro e nos levou a três lugares muito bons! Sim, na sequência, acabamos almoçando três vezes =D.

Infelizmente, ficamos pouco tempo e esperamos voltar em 2018 para conhecer mais do Rio de Janeiro. Por favor, não fiquem bravos por termos ido apenas a Copacabana, quem tiver sugestões de outros bairros, bares, restaurantes, mercados por favor, comentem aqui! Começamos esse passeio com uma curiosidade: Descemos na estação Siqueira Campos do metrô e vimos um cara vendendo esfihas como “Tenda Do Sírio | Comida Árabe”. Fizemos questão de perguntar para ele seu nome e da onde era (não era sírio, nem árabe saudita).

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Fonte: Pedro de Toledo de Almeida

O Fares é Palestino e veio de Jerusalém para o Brasil. Antes de entrar na polêmica dos territórios ou algo assim, estou preocupado com a Comida antes ok? A parte da curiosidade foi ter encontrado ele na praça Shimon Peres, estadista israelita. Pedi a esfiha de berinjela, maravilhosa, bem temperada e com massa muito macia! Claro, veio um mate tipicamente carioca para acompanhar! (me julguem).

Fonte: Pedro de Toledo de Almeida

Depois segui para encontrar o Carlos e irmos na Adega Pérola, lugar que há mais de 60 anos serve petiscos (mais famosos como acepipe). Cresci em São Paulo, com família italiana e portuguesa, sempre abusando dos tais “petiscos para abrir o apetite”, que muitas vezes valeram mais que uma refeição completa.
Aqui embaixo, o Junior (gerente) e o famoso balcão.

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Fonte: Pedro de Toledo de Almeida

Começamos com conserva de alho, vinagrete de polvo e algo que minha bisavó ensinou a família a comer: Rollmops. Os dois primeiros estavam deliciosos mas este enrroladinho de sardinha com nome germânico é algo que vale a pena comer ajoelhado (se possível com uma cerveja bem gelada!). Terminamos com queijo de cabra com azeite e temperado junto com uma saidera gelada!

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Fonte: Pedro de Toledo de Almeida

Em seguida fomos ao Pavão Azul, bar que começou discreto e já toma mais do que três unidades no bairro. Ficamos em uma esquina monopolizada (ambos os lados da esquina são do bar) apenas para experimentar a famosa Patanisca. Cariocas devem conhecem bem, mas estamos falando de um bolinho de bacalhau excepcional.
SÓ DE BACALHAU, esqueça a batata. Divino. Sério. Obrigado Rio de Janeiro.

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Fonte: Pedro de Toledo de Almeida

Por fim, tivemos a audácia de ir ao Imortais para comer bolinhos de arroz e de feijão! O Arancini, bolinho de risoto ou arroz, de cor laranja/dourada e origem italiana sempre fez parte das memórias na casa da minha avó; pois bem, bolinho de arroz com palmito e gorgonzola e bolinho de feijão com costela. (no Rio de Janeiro, o bolinho de feijoada é um petisco típico, então não estranhem)
Sério, mais botequim impossível. Muito bom! A decoração não saiu muito na foto, mas o papel de parede e menu fazem jus ao nome do bar: personagens da musica, cultura pop, moda, cinema (tem o Homer, Elvis e se forçar a vista dá para ver Miranda Priestly, interpretada pela diva Mary Louise Streep)

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Fonte: Pedro de Toledo de Almeida

O Carlos nos deu uma amostra autêntica da culinária boêmia carioca e o Fares foi uma grata surpresa. Sério pessoal, o nome deste blog pelo menos para mim não é um clichê. Ser apresentado a novas pessoas, lugares e culturas através da Comida é algo maravilhoso para mim. Um 2018 sensacional para todos, de mesa farta e variada, sem brigas ou guerras, com sol na praia, cerveja gelada com amigos, cheio de boas novidades. Aproveite! Nos vemos em breve!

Comments (1)
  • Que fome! Que delícia. Quando estiver no Rio de novo me chama [=

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